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Criatividade

Ruy Barata Neto   (rneto@brasileconomico.com.br)
13/03/10 07:28


A coluna Criatividade é publicada todos os sábados no Brasil Econômico

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Varejista de roupas faz marketing com Chatroulette

A French Connection, ou FCUK como é conhecida a varejista do Reino Unido, é a primeira empresa a investir em marketing usando o site Chatroulette (.com) - a nova vedete das redes sociais.

Em pouco meses, o canal angariou milhares de adeptos.

Usuários de todo o mundo encontram-se aleatoriamente no espaço por meio de vídeos.

O canal abriu logo espaço para pornografia. Sabendo disso, a rede britânica premiará, com crédito para compras, quem provar que conseguiu uma amizade verdadeira neste ambiente. Desafio e tanto.

"Acho que essa ferramenta está muito à frente do nosso tempo." Monica, oftalmologista, 27 anos

  • Curioso, usei o site e tive que pular umas 10 pessoas. Até encontrar Mônica, oftalmologista, de 27 anos, que mora em Nova York.

    A primeira coisa que me disse: "Que bom que você parece ser uma pessoa normal".

    O bate papo continuou sobre a mecânica da rede social. Mônica disse:"Acho que essa ferramenta está muito a frente do nosso tempo".
  • Para José Carlos Rodrigues, professor da ESPM e gerente geral da Disney Online Studios para a América Latina, a iniciativa parece ser uma tentativa da FCUK pegar carona na próxima moda, mas com um resultado.

    "Ela pode conseguir provar que o meio também deve servir para encontros construtivos", diz.


Escultor monta negócio com venda de mictórios satíricos

Clark Sorensen é um escultor americano que começou a trabalhar com cerâmica e descobriu uma maneira interessante de ganhar dinheiro.

Ele elabora mictórios diferenciados. Primeiro representando flores como a papoula e depois satirizando a administração George W. Bush.

Até as eleições Barack Obama, em 2008, foram alvo do artista.

Os objetos logo caíram na graça de bares e restaurantes descolados de todo o planeta, que hoje encomendam as obras de Sorensen para seus banheiros.

O artista diz que chega a faturar em torno de US$ 8 mil com a venda de algumas de suas peças.


  • Não perca! Confira a coluna na íntegra na edição impressa ou digital do Brasil Econômico

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